|



|
Nos últimos quinze anos tivemos a oportunidade de participar ativamente,
em projetos de pesquisa ou consultoria, de diversos processos de transformação
organizacional em empresas de diversos ramos de atividades, de todos os portes
e de administração pública e privada.
Logo no início da década de 90 identificamos que as dificuldades
competitivas das empresas tinham muito mais a ver com as carências apresentadas
por seus modelos gerenciais e de estruturas de informação do que com as suas
ineficiências processuais.
Participando de diversos processos de estruturação de sistemas de
informação, desenvolvendo modelos conceituais de sistemas e programas de
qualificação e treinamento, avaliando soluções e parceiros, realizando controle
de qualidade de implementações e implementando as soluções propriamente ditas,
tivemos a oportunidade de analisar e conhecer profundamente algumas dezenas de
“pacotes de soluções” comerciais de sistemas integrados de gestão (ERP) e seus
periféricos (BI, CRM etc.), identificando suas potencialidades e limitações.
Segundo pesquisas realizadas junto a executivo do primeiro
escalão organizacional, o “management cockpit” ideal seria “uma expansão dos
sistemas de informações gerenciais, contemplando também as informações
externas à organização que impactam no negócio, estejam onde estiver, integrado
a um sistema de apoio ao planejamento estratégico e com ferramentas de
simulação de ambientes e cenários competitivos, como os simuladores de vôo
gerenciais, permitindo o gerenciamento em tempo real dos objetivos, estratégias
e metas do negócio e da performance dos seus processos internos e externos,
possibilitando simular a evolução de cenários e indicadores de performance do
negócio com base em dados reais e hipotéticos da organização e do ambiente e
analisar o impacto de cada decisão no ambiente como um todo”.
Neste conceito, o “management cockpit”
deverá possibilitar que o processo de tomada decisões
estratégicas ocorra com tranqüilidade e com base em informações
seguras e abrangentes.
As grandes corporações têm investido pesadamente na busca de ambientes
orientados desta forma. Temos, inclusive, sido contratados por algumas delas
para desenvolver modelos para estes ambientes, mas ainda não encontramos
soluções comerciais completas para isso. Um outro fator limitante destas
arquiteturas é o custo de implementação que dificilmente sai por menos de US$ 1
milhão, restringindo fortemente a sua adoção a grandes corporações.
O SIGE foi desenvolvido a partir desta demanda em um
projeto apoiado pela FAPESP (Fundação de Amparo à
Pesquisa do Estado de São Paulo). Baseados na experiência adquirida
pela SIMA em
projetos nas duas pontas (tecnologias/sistemas de informações e
planejamento/gerenciamento estratégico). Assim desenvolvemos um modelo de
arquitetura/sistema capaz de atender às necessidades identificadas, possibilitando a
implementação e a operacionalização dos conceitos celebrados nos projetos de
planejamento estratégico, permitindo o efetivo gerenciamento estratégico do
negócio.
O SIGE foi selecionado
para participar da mostra Brazil & US Tech
Open House de tecnologias inovadoras realizada e
Washington (EUA) em junho de 2004.
Tomando como base a participação
da Sima na iniciativa
Microsoft Empower para ISV's (Independent Software Vendors), o SIGE foi desenvolvido com base na
arquitetura .NET. O sistema é independente de plataforma,
todavia roda, preferencialmente, em ambientes com sistema
operacional MS Windows 2003 com base de dados em MS SQL Server
2000. |